Depende do que se lhe queira chamar. Eu digo que aprendo. Que adquiro. Que aumento a colecção. Por osmose será. Parasitismo puro, a outra versão. E continua. Portanto o Porto continua a entrar pela porta aberta. Até quando. Não acabarei portista, a tanto não chegaremos. Nem sei como acabarei, mistura de mistura da mistura. Porque as boas coisas ficam para sempre. Como alguma que outra vogal cantarina de Trás-os-Montes a terminar a palavra. As alheiras. A paixão definida por uma cidade sediada a Noroeste e onde vou voltar, garanto. O aceitar da chuva e do frio e da noite precoce porque estamos A Norte. Havia uma rapariga que usava cerejas como brincos. As histórias passam por mim e ficam. Muito melhores do que qualquer uma outra que eu algum dia invente.
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