Hoje acordei do mais estranho dos sonhos. Sei que a noiva tinha as mais compridas pernas que eu já sonhei, sei que o casamento era ali algures entre o Moledo e Caminha, sei que encontrei dificuldades para estacionar o Altea, no parque de outro hotel que não o da boda, para a qual já não sei quem estava convidado, se eu, acho que não, sei que começaram a comer sem esperar por mim, detesto isso, sei que por todo o sonho havia como que um buraco negro figurativo, uma imagem sempre por completar, uma pergunta por responder, enfim, a minha última vida resumida.
Eu sei, eu sei, tudo isto gira à volta de pertencer não pertencer, estar não estar, de qual é enfim o meu lugar, dois minutos no divã e está a coisa feita.
And the answer is... ok, you can answer, but you will not win...

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